to the chaos and back

March 28, 2007

notas de 28 de março, 18h27

Filed under: gaveta de papéis

Os perdidos continuam me procurando. Até senti falta deles. Hoje, vieram dois: um com crachá da prefeitura de Getúlio Vargas querendo saber como chegava na Av. Júlio de Castilhos – na Princesa Isabel – e um motoqueiro que não sabia onde ficava a São Manoel. Estou achando que tenho vocação para a coisa.

Talvez também tenha vocação para produtor. Segunda-feira minha pauta de TV caiu e tive de procurar uma outra pauta faltando 30 minutos para as 18h – horário que fecha todas as assessorias de imprensa importantes do mundo, menos a do Cremers, claro. Já conformado em buscar uma pauta na hora, sem acertar com ninguém, lembrei da história dos atrasos de salários da Yeda e da liminar impetrada pela Associação dos Delegados de Polícia. Consegui o próprio presidente, figura simpática. A Aline disse que eu consigo coisas milagrosas. Milagre seria entrevistar o governador de um dia pro outro. Mas tive orgulho do meu êxito, porém. Tanto que estou divulgando.

Mesmo que a matéria não tenha ficado lá essas coisas.

A Gol acaba de anunciar a compra da Varig. O Terra fala em 320 milhões de dólares, a Agência Estado em 275. É o terceiro negócio grande envolvendo empresas gaúchas – nem sei se a Varig ainda era gaúcha, depois da falência – nos últimos dias. A princípio, mais aviões baratos.

Inter X Vélez Sarsfield, hoje ,21h45. Amanhã poderá ter um post sobre isso. Ouço no rádio, Pato no banco é a tendência. Ele não teria coragem de fazer isso na frente da social do Inter.

Calor absurdo em Porto Alegre ontem à noite, que pode se traduzir em chuva hoje. A temperatura se manteve nos 31 graus mesmo com o pôr-do-sol, o que é uma total loucura, ainda mais para o início do outono.

O Big Brother também tem suas virtudes. Admito: assisto pelo menos quatro vezes por semana. E dou meus palpites. É certo que virou um programa sem graça há um bom tempo, depois que o Diego Alemão tornou-se o vencedor. Há dez semanas todo mundo sabe quem vai ganhar, ligar a TV à noite dá a impressão que estamos assistindo o VT de um jogo de futebol acontecido ontem. Mesmo assim, não deixa de ser interessante em alguns aspectos.

A frase “prego que se destaca leva martelada”, por exemplo. Muito útil para a aula de Psicologia Geral, onde temos uma mulher que “sofre de maneira urbana” e adora dizer que sabe tudo sobre os filósofos. Até tem algumas opiniões válidas, mas suas opiniões são tantas que as boas se escondem no meio de um lago de besteiras. Fico sabendo que a maior parte da turma detesta ela. E já percebi que alguns pedem a palavra apenas para provocá-la. É divertido.

onde você guarda o seu racismo?

Filed under: tribuna popular

Justo na época que movi a caverna do diabo para fazer uma ação contra um racista, sou premiado com a declaração da Secretária de Políticas de Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, dizendo que racismo de negro contra branco não é racismo, é reação.

É racismo sim. É claro que, como disse Édson Portilho, não há um caso sequer de branco que tenha entrado na justiça por sofrer racismo. Não é por isso, porém, que deixa de existir o preconceito. Um grupo de rap chamado Facção Central, por exemplo, há algum tempo pregava os sequestros contra brancos e burgueses. Luta de classes? Pode até ser, mas completamente sem foco. O branco burguês que tem o seu carro levado pode ser mais explorado do que o negro que tem dinheiro para comprar um disco de rap e usar aquelas roupas (caras) da XXL.

A declaração infeliz é preocupante. Não por que os negros vão se sentir autorizados a ser racistas contra os brancos. Mas especialmente por que desautoriza Matilde Ribeiro a prosseguir nas lutas pela igualdade racial. Não adianta tapar o sol com a peneira e dizer que a frase foi descontextualizada, deixando tudo por isso mesmo. É preciso admitir o erro.

Poucas pessoas públicas admitem seus erros no Brasil. Se ela não considera a sua declaração um erro, porém, temos um sério problema.

Se alguém não sabe qual foi a ação que promovi, em breve explicarei.

March 23, 2007

um novo companheiro

Filed under: extra! extra!

Comprei um novo rádio de pilha. Tinha um outro, comprado ás pressas no caminho para o Beira-Rio. Em dois ou três dias, a frente do radinho descolou, tornando impossível visualizar o dial.

O radinho tem o seu valor histórico, foi com ele que acompanhei Inter 1 X Barça 0 no Parangolé, no mais inesquecível dos dias 17 de dezembro. Também me ajudou bastante nos frilas que fiz para o Divino Fonseca no Lancenet. Porém, o custo benefício começou a ser alto quando descobri que o aparelho só sintonizava DUAS emissoras - as únicas com 100 kw, Gaúcha e Guaíba. Tudo isso ao custo de duas pilhas PALITO, as mais caras do mercado. É certo que o gasto do radinho é pouco, mas ao trocar duas vezes as pilhas, já gastei o suficiente por um rádio inteiro.

Outra coisa que contribuiu foi a perspectiva de mudança. É certo que levarei o mini-system e o rádio relógio que, embora esquizofrênico, ainda funciona. Não se compara, porém, às virtudes do rádio de pilha, especialmente a sua capacidade de lidar com baterias AA e com uma fonte 3V.

Pretendo gastar bem menos com ele, portanto. As pilhas, por exemplo, também podem ser usadas em controles remotos. O dial é digital, extremamente sensível. A sintonia dele também é ótima. Na galeria da Marechal Floriano onde comprei, fiz um teste para ver se pegava a Rádio da Universidade, pois estava passando o Entrevista Coletiva que  apresentei naquele momento. Pegou. Dentro da galeria. Se pega a Rádio da UFRGS dentro de um prédio que nem antena tem, no Centro, pode pegar qualquer outra coisa.

March 20, 2007

lost in poa

Filed under: salada de frutas

eu não sei qual é a atração irremediável que as pessoas perdidas nessa cidade têm por mim. Nos últimos dois dias, pelo menos quatro figuras, de carro ou à pé, interrompem o meu passo para perguntar como devem chegar no seu destino.

sempre respondo com paciência, mesmo quando não sei exatamente onde. E mesmo quando estou defronte de alguns casos bizarros.

certo dia de verão, por exemplo, estou chegando no Cremers quando me chama um senhor de meia-idade. O Cremers fica perto da Fabico, na Princesa Isabel, quase esquina com a São Luiz, a continuação da Ramiro depois da Ipiranga. Bairro Santana, portanto.

O senhor simpático me pergunta: - Moço, como é que eu faço para chegar na ASSIS BRASIL?

Dei uma risada. Alta.

Respondi. - Olha, digamos que tu tá bem longe…

O senhor me responde imediatamente: - Ah não, não é Assis Brasil…que rua é aquela movimentada ali?

- A Ipiranga.

- Ah, então é lá mesmo. Obrigado, hein!

- Mas se o senhor quiser chegar na Assis Brasil, pegue o T1 e vá até o final da linha.

- Ah sim, obrigado!

Tive a impressão que ele ficou bastante constrangido com a minha risada, viu a primeira rua que poderia ser parecida com a Assis Brasil e deu uma desculpa, para não parecer assim TÃO perdido. Tudo bem, acontece nas melhores famílias.

Teve também o caso da pessoa que havia recém chegado de uma cidade do Interior (Farroupilha, suponho) e me abordou na esquina da Garibaldi com a Farrapos, defronte ao posto de Gasolina:

- Moço, como eu faço pra chegar na USINA DO GASÔMETRO?

Até fazia sentido, a moça era do interior, poderia vir da Rodoviária, etc. etc.

- Olha, tu pega um ônibus…

- Dá pra ir a pé?

- Até dá…

- É que eu tinha que chegar lá à uma hora…

Eram 12h35.

- Bom, tu não vai conseguir chegar nesse horário indo a pé. Pega um ônibus pro Centro, sei lá.

- Mas como é que eu faço lá no Centro?

- É, talvez seja pior pra ti ir pro Centro. Pega um táxi, senão tu vai te atrasar.

- Onde eu pego um táxi?

Quem conhece a Garibaldi sabe que passam pelo menos dois táxis por minuto ali. Domingo diminui um pouco o movimento, mas era verão e praticamente só táxis subiam a rua. Mesmo assim, ela não sabia onde pegar um. Não tive dúvidas - eu mesmo chamei um táxi para ela e indiquei o caminho para o motorista.

- Usina do Gasômetro, de repente pega a Mauá e vai reto.

- Muito obrigado, moço.

O curioso é que esse tipo de ação apenas acarreta outras, e mais outras. Os perdidos até me interrompem quando falo no telefone. Dia desses discutia uma pauta com a Aline, para o telejornal, e uma moça me pergunta como faz pra chegar na Osvaldo Aranha, também defronte ao Cremers. Parei a ligação para mostrar-lhe onde fica a parada.

Não encontrei explicação plausível para a torrente de pessoas que me vêem como bússola. Pensei no fato de ter sido um prodígio em geografia quando criança, mas isso jamais estaria estampado na minha cara. Talvez exista uma Sociedade dos Perdidos Anônimos, que se reúna todo sábado para discutir como se achar no Portinho.

- Olha só, sabe aquele guri de cabelo crespo e óculos que te botou num táxi outro dia?

- Que tem?

- Encontrei ele hoje, estava na Zona Leste e queria chegar na Assis Brasil. Não foi muito simpático

- Ah, mas não é sempre, outro dia a Doralice encontrou ele e ele chegou a interromper a ligação para dizer onde ficava a parada.

- É mesmo? Bom, então vamos deixar ele entre os primeiros do nosso cadastro.

Imagino a minha foto num painel, entre as pessoas mais solícitas da cidade. Talvez alguma velhinha corredora ou uma bixo de turismo na Ulbra em primeiro lugar. Até por que eu tenho cara de brabo. 

comentando os comentários

Filed under: www

esse post pretende comentar os comentários daqueles que passam por este blog. É um post único, uma vez que eu acabo de perceber a possibilidade de adicionar uma NR - nota da Redação - nos comentários alheios, editando-os. Ainda não sei bem como fazer, mas vamos lá:

Paulo Silva: sequer sei o nome da mulher. Comentei baseado em informações alheias.

Prestes: acho que motivação não falta para o time do Inter. Aliás, é o que menos falta. O problema é qualidade técnica e tática. Tivemos alguns avanços no sábado, com a entrada do Vargas e do Ji-Paraná (que nome horrível pra jogador, hein?).

Cristiano: sobre a liturgia, o assunto não se esgota, mesmo no caso da Caldas Júnior. É bem mais fácil para uma congregação pentecostal, baseada na grana dos fiéis mas em nenhum santo, investir em mídia sem grandes culpas. Mesmo os programas religiosos dos pentecostais são mais leves. Pretendo retomar esse assunto em breve.

Natusch: "tanto que, só nessa semana já me falaram de dois que já partiram para a grande linha de montagem no céu. Previsível, pode-se dizer. ". Genial!

Mara Lane: "Pra tí foram 4 reais, para eles foi presenteada a vivência poderosa de “poder estar” -uma rica experiência."

Sei que já comentamos sobre isso ao vivo, mas também é para os leitores desse espaço: a experiência de olhar para o lado, de vez em quando, e tentar ajudar com um mínimo gesto, não aparece sempre. É bom buscar esse tipo de experiência para observar um pouco da grandeza dessa vida e do humano, que muitas vezes enche-se de entusiasmo com uma simples sinergia de corações e mentes, que tanto falta nessa nossa vida. Confesso que não ajudo tanto quanto poderia; mas acredito que gostaria de repetir aquele gesto outras várias vezes.

March 16, 2007

essas sincronias da vida

Filed under: salada de frutas

Ouvia o mp3 voltando pra casa ontem, quando começa a tocar o Álbum Branco dos Beatles. O avião da primeira música-  Back in the USSR -começa a soar MUITO alto, alto demais até. Um avião estava passando sobre a minha cabeça naquele exato momento.

Somado ao fato da música ser uma canção de volta pra casa, dei uma risada. 

March 15, 2007

um fracasso anunciado

ontem, às 19h, ouvia a pré-jornada da Rádio Gaúcha quanto ao jogo Inter X Vélez Sarsfield. Às 19h05, anunciada a escalação do Inter: MICHEL de titular, ALEXANDRE PATO no banco.

dito isto, resolvi não ver o jogo, a fim de preservar meu fígado e meu bom humor.

como não assisti ao fiasco, fico com a opinião de André Ribeiro, jornalista d’O Sul, que viu e descreveu com maestria e coragem - elementos que faltam na imprensa esportiva gaúcha - o que ocorreu.

CAMPEÃO DE VEXAMES EM 2007

Se o Inter já fazia campanha humilhante no Campeonato Gaúcho, desde ontem virou saco de pancadas na Copa Libertadores da América de 2007. O Colorado levou 3 a 0 do Vélez Sarsfield, ontem à noite, em Buenos Aires, tornando dramáticas as suas chances de classificação às oitavas-de-final da competição continental.

Mais importante do que avaliar a previsível derrota de ontem, é apontar as razões pelas quais o time afundou totalmente. O principal culpado é o presidente Vitório Piffero. Depois de vencer o Mundial, o dirigente assumiu uma postura arrogante e equivocada, entendendo que o Inter venceria o Estadual com qualquer time em campo e que a perda de jogadores importantes seria suprida com os atletas medianos que permaneceram no plantel do Colorado.

Em segundo lugar, a culpa é do técnico Abel Braga, que mantém convicções fracassadas, apostando em jogadores muito fracos, como Michel, e escalando a equipe sem meia-cancha, apenas com os volantes Edinho e Maycon. Diante de tudo isso, a derrota para o Vélez não foi surpresa, já que o time não teve qualidade sequer para bater Ulbra e Santa Cruz dentro do Estádio Beira-Rio. A derrota era previsível.

Como não é mais possível contratar para esta fase da Libertadores, só o que o Inter pode fazer é ganhar de alguma forma sete dos próximos nove pontos com o que tem em casa. Além disso, necessita torcer para que o Emelec tire pontos do Nacional. Caso contrário, Nacional e Vélez abrirão quatro pontos de vantagem sobre a formação de Braga e Piffero.

Sobre o jogo, o Vélez caminhou em campo e ganhou do Inter sem suar a camisa. Aos 16 minutos, Castroman aproveitou rebote e abriu o placar. Aos 20min, Escudero ampliou em arremate potente de fora da área. O Inter olhava o Vélez jogar. Não tinha articulação nem poder ofensivo e muitas dificuldades defensivas. No segundo tempo, Abel piorou o time. Mandou Christian e Pato a campo. O resultado: Escudero fez mais um gol aos 35min. Apesar do fiasco, Piffero disse depois do jogo que o plantel é espetacular.

 

March 14, 2007

a tempestade e a bonança

Filed under: extra! extra!

Nuvens negras se abateram sobre o mercado jornalístico de Porto Alegre no último mês. A Caldas Júnior inteira (Rádio e TV Guaíba e o Correio do Povo) foram vendidos para a rede Record - leia-se Igreja Universal - e os reflexos disto por enquanto são demissões e mais demissões.

A Rede Pampa, como era antes, acabou. 88 funcionários receberam o bilhete azul do Gadret, na TV e na Rádio. Só ficaram os funcionários mais "prestigiados" como Mendelski, Darci Filho, Altair Venzon, Antônio Augusto, Beatriz Fagundes. Não se sabe o que será deles, porém, sem nenhum suporte.

(não simpatizava com a Rádio Pampa, até pela falta de conteúdo. Esses dias estava num táxi ouvindo a 970 khz, quando entrou o comentário do Paulo Sérgio Pinto. Após a inserção, o locutor do horário falou alguns minutos sobre o respeito que o chefão teve ao encerrar sua fala logo no início da “musiquinha”, como é “nos países desenvolvidos”. Terminou com “dura lex, sed lex, no meu cabelo é só gumex”. Lamentável.)

No Correio do Povo, os jornalistas não parecem tão desesperados. Alguns querem ganhar o Fundo de Garantia, outros encontraram motivação para trabalhar, outros ainda confiantes em manter o emprego. O Correio não vai inventar um periódico sem jornalistas experientes, como diria o Ilgo, que prevê a manutenção da maior parte dos quadros da empresa.

Vejo na Fabico, entre os colegas, um certo temor acerca do temporal que se avizinha. Ao contrário de quase todos, estou bastante otimista quanto às mudanças neste mercado que estava pra lá de saturado.

Independente da qualidade do jornalismo previsto ao comando dos bispos, o fato é que o mercado jornalístico da província precisava ser sacudido. Tudo estava parado há anos, ninguém mais investia em novos conceitos sem ter realmente muita grana pra isso (RBS, p.ex.). Agora, este é o momento para investir em novos aspectos do jornalismo, em todos os níveis. O conceito de radiojornalismo dessas bandas, por exemplo, é muito ultrapassado. Além da falta de investimentos, as grandes redes parecem ignorar a presença massiva do FM em sobreposição ao AM.

Qualquer aparelho sonoro moderno tem dial em frequência modulada, incluindo celulares e mp3 players. Sem falar na diferença do alcance e da qualidade do som. Se a BAND aproveitasse a desordem dos concorrentes para investir na BandNews, poderia abrir um mercado que hoje inexiste. Hoje, a 99,3 FM está restrita a uma programação tubada de São Paulo (!), temperada só com água e sal – boletins a cada 20 minutos e atrações mui caras à mulher do dono da emissora.

Outra perspectiva interessante é observar o comportamento dos profissionais que perderão a estabilidade de décadas nos seus empregos. Certamente o efeito da entrada de jornalistas consagrados no mercado livre não vai aumentar o número de fruteiras, padarias ou açougues. Veremos mais gente grande criando firmas prestadoras de serviços em comunicação, seja assessoria de imprensa, seja jornalismo de fato – publicações segmentadas, comunitárias. Uma reviravolta e tanto para quem já estava acostumado a anos de bons espaços na mídia.

Eu vejo bonança depois dessa tempestade. Especialmente para nós, estudantes de jornalismo a caminho da formatura. Fico feliz por me formar daqui a três semestres, quando estarão nascendo os frutos das sementes levadas pela ventania.

March 9, 2007

e no oitavo semestre, Ele disse: faça-se o frio

Filed under: extra! extra!

São oito semestres de Fabico, quase quatro anos de faculdade, mais de 60% do curso concluído, mais de uma centena de créditos integralizados, todas as disciplinas dos cinco primeiros semestres concluídas, milhares de colegas, dezenas de professores, e pela primeira vez, no ano da graça de 2007, ao dia 8 de março, eu tive uma aula dentro de uma sala de aula fabicana com AR-CONDICIONADO.

foi em Administração em Jornalismo, às 20h30 de ontem, com o professor Mário Rocha, na sala 317.

só para ver isso, já valeu a pena desistir duas vezes da disciplina.

March 7, 2007

Jean Baudrillard

Filed under: salada de frutas

* 1930 - † 2007

Au Revoir.

 






















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