um novo companheiro
Comprei um novo rádio de pilha. Tinha um outro, comprado ás pressas no caminho para o Beira-Rio. Em dois ou três dias, a frente do radinho descolou, tornando impossível visualizar o dial.
O radinho tem o seu valor histórico, foi com ele que acompanhei Inter 1 X Barça 0 no Parangolé, no mais inesquecível dos dias 17 de dezembro. Também me ajudou bastante nos frilas que fiz para o Divino Fonseca no Lancenet. Porém, o custo benefício começou a ser alto quando descobri que o aparelho só sintonizava DUAS emissoras - as únicas com 100 kw, Gaúcha e Guaíba. Tudo isso ao custo de duas pilhas PALITO, as mais caras do mercado. É certo que o gasto do radinho é pouco, mas ao trocar duas vezes as pilhas, já gastei o suficiente por um rádio inteiro.
Outra coisa que contribuiu foi a perspectiva de mudança. É certo que levarei o mini-system e o rádio relógio que, embora esquizofrênico, ainda funciona. Não se compara, porém, às virtudes do rádio de pilha, especialmente a sua capacidade de lidar com baterias AA e com uma fonte 3V.
Pretendo gastar bem menos com ele, portanto. As pilhas, por exemplo, também podem ser usadas em controles remotos. O dial é digital, extremamente sensível. A sintonia dele também é ótima. Na galeria da Marechal Floriano onde comprei, fiz um teste para ver se pegava a Rádio da Universidade, pois estava passando o Entrevista Coletiva que apresentei naquele momento. Pegou. Dentro da galeria. Se pega a Rádio da UFRGS dentro de um prédio que nem antena tem, no Centro, pode pegar qualquer outra coisa.

tchê, agora tu me fez lembrar dessa expressão maravilhosa: ‘velha CORÓCA’. quando eu era piá, eu e meus amigos de condomínio vivíamos praguejando contra as tais anciãs que sempre reclamavam dos nossos jogos de futebol – em que normalmente eu jogava como ‘goleiro-linha’, porque eu era muito ruim na ‘linha’, mas tinha certa habilidade para destruir as jogadas de ataque do adversário – e das nossas ‘algazarras’.
com o amadurecimento, imaginei que teria me livrado de uma vez por todas de tais senhoras impertinentes. nunca pensei que numa FACULDADE encontraria velhas tão CORÓCAS quanto aquelas que nos repreendiam por nossas gritarias pueris.
abraço.
Comment by Muniz — March 23, 2007 @ 9:11 pm
pertinente afirmar que o contexto do termo velha coroca está nos comentários do blog do Muniz.
Comment by Luís Felipe — March 23, 2007 @ 9:18 pm
Cara, pois uma das maiores lembranças que tenho da minha infância foi quando gritei “véia coróca” para uma véia que estava na janela.
Comment by Prestes — March 23, 2007 @ 9:40 pm
pois é, eu fiquei procurando o “velha coróca” no texto. hauhauhau
pessoalmente, eu acho ótimo que tenhas um bom radinho de pilha. é uma forma conveniente de tu poder ouvir o jogo sem que a ‘casa inteira’ tenha que ouvir o jogo.
Comment by Rê — March 27, 2007 @ 12:15 pm