brevíssimo comentário

baita letrista. É um dos poucos músicos que eu paro para ouvir, sempre.

baita letrista. É um dos poucos músicos que eu paro para ouvir, sempre.
foram quatro meses sem escrever, talvez por falta de motivo.
é que muita coisa aconteceu, entende? Quase sempre uma corrente de acontecimentos te leva a esquecer como refletir, como pensar sobre eles. A questão é que eu fiz uma aposta. Que acabou custando mais caro do que eu imaginava, embora a experiência e o retorno imediato.
bom, a vida é assim.
muitas mudanças a fazer nesse ano. Especialmente no âmbito pessoal. Preciso de um choque total de organização na minha vida. Estabelecer prioridades pessoais, não apenas profissionais. Ganhar melhor é ótimo, mas mais importante é almejar a estabilidade, formar uma carreira. Tentar sempre o diálogo. Nem sempre as respostas vêm prontas.
quando a aposta aparece como errada, o primeiro sentimento ou é mágoa, ou é um ressentimento pessoal, do tipo “onde eu errei”. Acredito que sei, mas jamais poderei ter certeza. Até por que os erros de amanhã podem ser grandes acertos depois de amanhã. É claro que fico chateado ao ver que tudo poderia ser mais simples com escolhas pueris.
no auge da minha procura por ressentimentos, a minha guia espiritual preferida me disse:
“A tua carta no tarô é a 1, que indica movimento.
Só que nos últimos tempos, tu têm feito um esforço enorme para trocar pelo enforcado.
Resgatar o passado e as culpas anteriores não te faz bem.
Ocupa tua cabeça com outras coisas.
Com novidades, com andar para a frente.”
é verdade. Há um mundo inteiro lá fora, repleto de oportunidades várias. Algumas batem na porta e aparecem como cavalos encilhados - outras tantas estão por ser encontradas. Não há tempo a perder.
há castelos a construir das pedras nas quais tropecei.
daqui a dez dias pego meu diploma.
é impossível negar: uma das coisas mais agradáveis que me aconteceu neste ano foi ter um texto lido e publicado por Juca Kfouri no seu blog.
foi uma enorme surpresa, pq originalmente o texto estava no FinalSports, onde escrevo todo final de semana sobre o Internacional. Então, é muito bom saber que temos uma diversidade fantástica de leitores no FinalSports, inclusive o grande colunista paulista, que para mim, é um modelo de profissional do jornalismo pela coerência e insubordinação ao meio quando este é sujo.
meu texto foi publicado ontem, 1/12, e vocês só vão acessá-lo descendo a barra de rolagem. Aproveitem e vejam os paulistas me xingando nos comentários
Sobre a última rodada do campeonato brasileiro, meu chefe Ilgo Wink resumiu tudo o que penso sobre o que se passou:
"Se alguém acha que torcer pro Goiás ou pro Corinthians cair é algo de registro, algo pra se ufanar, se orgulhar, tudo bem. Respeito e compreendo.
Mas, aqui entre nós, é muita mediocridade de pensamento, de objetivo."
"Então, por momentos, fiquei comovido com o choro dos paulistas na arquibancada. Muitos deles erguendo os braços e gritando o tempo tempo, tentando empurrar aquele timeco.
Afinal, os torcedores não têm culpa pelas estripulias dos dirigentes. Não foram eles que garfearam o Inter em 2005."
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